
Caros amigos,
A Campanha da Fraternidade 2008, lançada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, vem chamar a atenção de toda a sociedade brasileira a respeito de um tema muito importante e polêmico: ESCOLHE, POIS A VIDA.
Nós do Instituto Juventude & Cidadania - IJUC - temos trabalhado dia após dia na luta por mais saúde, educação, segurança, emprego e moradia, bem como das questões ecológicas e ambientais de forma a garantir os direitos básicos da qualidade e da dignidade humana. Mas escolher e defender o ser humano na sua totalidade têm que ser nossa bandeira número um.
Essa luta começa na defesa do direito sagrado de nascer. Por isso resolvi escrever algumas linhas aos nossos leitores sobre esse tema. É preciso ter claro que o aborto, a eutanásia e outros atentados a vida que acontecem nos dias de hoje não são uma questão meramente teológica, como muitas vezes pode parecer.
Vale lembra que quem define a vida na ciência é a biologia. “A vida começa na concepção. Ela é continua, quer intra ou extra-uterina, até a morte”. Essa afirmação é confirmada pela embriologia, pela genética e pela medicina fetal. Por isso nenhum cientista intelectualmente honesto pode discordar que a vida começa na concepção.
O feto na gestação é o agente ativo. A mãe é o passivo. Se não fosse a placenta o corpo da mãe expulsaria o feto para fora. O feto não é um prolongamento do corpo da mulher. Por isso ela não tem o poder e o direito de fazer com ele o que bem quiser. Ali está uma vida humana e própria. A vida de um feto não depende da autoridade do corpo da mulher. A prova é que um óvulo fecundado em um casal negro, implantado no útero de uma mulher branca, vai nascer uma criança negra.
A única diferença entre eu e um feto fecundado é o tempo e a nutrição. Ser e Humano, não são adquiridos. O embrião é humano porque nenhum corpo vivo pode ser humano se não for na essência. Esses são alguns dos princípios básicos da bioética que deixa clara nossa posição contra o aborto. Não é coisa de religiosos conservadores. É uma questão cientifica e de princípio moral.
A vida é um dom de Deus. Ninguém se deu a vida, por isso ninguém tem o poder de tirá-la sobre qualquer argumento. É sabido que por trás da legalização do aborto se escondem interesses políticos e econômicos que usam do argumento “direito da mulher” para aprovar o massacre dos inocentes e das famílias brasileiras. Defendo o direito da mulher, mas também defendo o direito de outra mulher que pode estar em seu ventre.
Como Cristão e presidente do IJUC vou continuar lutando a favor da vida. Juntos, vamos ficar de olho nos políticos brasileiros que querem promover de forma legal o assassinato de milhões de inocentes. Será que se eles tivessem sido abortados estariam hoje votando contra a vida e contra o povo?
Grande abraço, e a luta em defesa da vida continua.
A Campanha da Fraternidade 2008, lançada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, vem chamar a atenção de toda a sociedade brasileira a respeito de um tema muito importante e polêmico: ESCOLHE, POIS A VIDA.
Nós do Instituto Juventude & Cidadania - IJUC - temos trabalhado dia após dia na luta por mais saúde, educação, segurança, emprego e moradia, bem como das questões ecológicas e ambientais de forma a garantir os direitos básicos da qualidade e da dignidade humana. Mas escolher e defender o ser humano na sua totalidade têm que ser nossa bandeira número um.
Essa luta começa na defesa do direito sagrado de nascer. Por isso resolvi escrever algumas linhas aos nossos leitores sobre esse tema. É preciso ter claro que o aborto, a eutanásia e outros atentados a vida que acontecem nos dias de hoje não são uma questão meramente teológica, como muitas vezes pode parecer.
Vale lembra que quem define a vida na ciência é a biologia. “A vida começa na concepção. Ela é continua, quer intra ou extra-uterina, até a morte”. Essa afirmação é confirmada pela embriologia, pela genética e pela medicina fetal. Por isso nenhum cientista intelectualmente honesto pode discordar que a vida começa na concepção.
O feto na gestação é o agente ativo. A mãe é o passivo. Se não fosse a placenta o corpo da mãe expulsaria o feto para fora. O feto não é um prolongamento do corpo da mulher. Por isso ela não tem o poder e o direito de fazer com ele o que bem quiser. Ali está uma vida humana e própria. A vida de um feto não depende da autoridade do corpo da mulher. A prova é que um óvulo fecundado em um casal negro, implantado no útero de uma mulher branca, vai nascer uma criança negra.
A única diferença entre eu e um feto fecundado é o tempo e a nutrição. Ser e Humano, não são adquiridos. O embrião é humano porque nenhum corpo vivo pode ser humano se não for na essência. Esses são alguns dos princípios básicos da bioética que deixa clara nossa posição contra o aborto. Não é coisa de religiosos conservadores. É uma questão cientifica e de princípio moral.
A vida é um dom de Deus. Ninguém se deu a vida, por isso ninguém tem o poder de tirá-la sobre qualquer argumento. É sabido que por trás da legalização do aborto se escondem interesses políticos e econômicos que usam do argumento “direito da mulher” para aprovar o massacre dos inocentes e das famílias brasileiras. Defendo o direito da mulher, mas também defendo o direito de outra mulher que pode estar em seu ventre.
Como Cristão e presidente do IJUC vou continuar lutando a favor da vida. Juntos, vamos ficar de olho nos políticos brasileiros que querem promover de forma legal o assassinato de milhões de inocentes. Será que se eles tivessem sido abortados estariam hoje votando contra a vida e contra o povo?
Grande abraço, e a luta em defesa da vida continua.

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