sexta-feira, 1 de maio de 2009

domingo, 26 de abril de 2009

Encontro dos amigos PRA FAZER DIFERENTE! (17-04-2009)







PABLO VALENTE reúne mais de 200 pessoas no 2° encontro dos amigos PRA FAZER DIFERENTE e sai fortalecido para o embate político de 2010.


*Fonte: Jornal EXPRESSÃO (20-04-2009)

PRA FAZER DIFERENTE - PABLO VALENTE!

A PARTICIPAÇÃO DO JOVEM NA POLÍTICA



Os partidos políticos do Brasil, especialmente os de centro-direita, trabalharam com a juventude durante anos de maneira equivocada. Enquanto a esquerda conquistava os jovens pelas idéias fáceis e utópicas, o campo conservador atribuía à juventude funções meramente manuais: entregar panfletos, fazer batucada, carregar bandeira e etc.
Uma juventude usada e banalizada como instrumento da política, quando deveria ser protagonista dela.

Mudar essa lógica tem sido o grande desafio do nosso partido. É na centro-direita que estão os jovens mais bem preparados, com visão de futuro, formação moral, espírito empreendedor e capacidade profissional.

O passo necessário é trazer esses jovens cada vez mais para o ambiente partidário e mostrar que, o que eles pensam, sonham e lutam se aproximam muito da ideologia do Partido Progressista.

Mas, ai é que está o problema: Como conquistar essa juventude que jamais será joguete da esquerda (porque não cair nas falsas esperanças), por outro lado, também não vão servir de bengalas de marketing para partidos de centro-direita. Há muitos jovens assim, que jamais serão de esquerda, mas ainda não foram convencidos por outro campo ideológico. Em termos políticos, estão perdidos; são apolíticos.

A grande meta do PP e de outros partidos de centro-direita é responder, pelo menos em partes, as mais diversas indagações juvenis. Os jovens estão cansados do “blábláblá”, do discurso de sempre, do proselitismo, de só pensar em ganhar às próximas eleições, do poder pelo poder, de mobilizar por mobilizar, de debater, muitas vezes, uma política pequena e fisiológica.
A juventude Progressista do DF trabalha na formação e ampliação dos seus quadros. Em 2010 queremos contribuir com o nosso partido e apresentar à nossa cidade bons nomes e projetos políticos que representem os anseios da nossa juventude, na busca de um país e uma cidade melhor.

Pablo Valente
1° Tesoureiro nacional da JP

PABLO VALENTE - Melhores momentos!

Vídeo da Juventude Pra Fazer Diferente faz homenagem a Benedito Domingos

DE VOLTA A CÂMARA LEGISLATIVA, BENEDITO DOMINGOS ORGANIZA O PP RUMO A 2010

Presidente da Associação Comercial e Industrial de Taguatinga – ACIT, Administrador Regional de Taguatinga, Candidato ao Senado Federal, Secretário de Habitação, Deputado Federal por dois mandatos, terceiro Secretário da Câmara dos Deputados, Vice-governador, candidato a Governador, Deputado Distrital, Administrador de Taguatinga pela segunda vez, Ouvidor da Câmara Legislativa. Esse é um pequeno resumo da trajetória de um vencedor: Benedito Augusto Domingos, um dos maiores nomes da política do Distrito Federal e por que não dizer do Brasil. Das seis campanhas eleitorais disputadas, Benedito Domingos ganhou quatro e venceu politicamente em todas. Presidente Regional do PP-DF e recentemente reconduzido à Secretaria Nacional do Partido. A seguir, o deputado faz um balanço dos seus dois anos no comando da Administração de Taguatinga, da sua volta ao legislativo, sua eleição como Ouvidor e as metas do Partido Progressista para 2010.

Qual o balanço que o senhor faz dos dois anos em que esteve como administrador de Taguatinga?

Considero altamente positivo o resultado alcançado nesses dois anos. Por ser pioneiro, minha história de vida se confunde com a história da cidade. Em Taguatinga, ingressei na Associação Comercial e Industrial – ACIT, fui eleito presidente da Associação em 1973. Em 1975, fui reeleito presidente da ACIT e fui indicado para assumir a Administração Regional em 1979. Naquela primeira vez como administrador, promovemos a urbanização de toda Taguatinga Centro, setores QNE, QNG, QNH e setor de oficinas. Nas QNDs, as quadras de 30 a 60 foram asfaltadas. Promovemos a urbanização e consolidação da Avenida das Palmeiras, elevamos o gabarito da cidade para 12 pavimentos, concluímos as obras do estádio Serejão e construímos o Serejinho. Minha saída da Administração, naquela ocasião, foi um fato que muito me entristeceu. Lembro-me que, no início da década de 80, os moradores das invasões “Chaparral”, “Barro Preto”, “Vila Maestro”” e “Boca da Mata” estavam expostos a grandes dificuldades e crianças já haviam morrido por viroses desconhecidas. Então, determinamos a instalação de chafarizes para que os moradores tivessem, pelo menos, acesso a água potável. Por conta disso fui sumariamente afastado do cargo, mas logo em seguida fui, pela terceira, vez eleito presidente da ACIT. Agora a realidade é bem diferente. O governador Arruda tem um carinho enorme pela cidade e não mediu esforços durante esses dois anos para atender aos anseios da comunidade. O governo investiu em 2007, R$ 4.364.344,32. Já em 2008, foram R$ 8.332.836,29. Podemos citar: a pavimentação asfáltica e urbanização na QSE/QSF, na QNG 23/24, na via de ligação QNL 3/5, a recuperação de calçadas no pistão norte, a ciclovia entre a QSF e a CSG, a reforma da biblioteca Machado de Assis, a revitalização da QNM 38/40, estacionamentos na QNH 04, a recuperação de várias escolas, construção da praça no Setor Hoteleiro, no Setor de Mansões, nas QNLs 5/7, 9/11 e 17/19, construção de praças na QNM 34/36, na Praça do Bicalho e a recuperação do relógio símbolo da nossa cidade. Por tudo isso, não resta dúvida de que o balanço é positivo. O GDF fez um excelente trabalho e isso se deve tanto à competência do governador Arruda e de sua equipe, quanto ao profissionalismo e dedicação dos funcionários da Administração Regional.

Em dezembro o senhor voltou para a Câmara Legislativa e foi eleito ouvidor da Casa. Quais são as suas expectativas no legislativo?

A expectativa é de continuar trabalhando para a comunidade. A luta continua. Tenho muitas idéias e propostas a apresentar. Política é momento e, neste momento, entendo que posso ser mais útil à sociedade apresentando projetos e participando de debates na Câmara, como, por exemplo, o Projeto de Lei de regularização das áreas ocupadas por igrejas. Quanto à minha eleição para ouvidor, acredito que tenha decorrido da minha própria história na vida pública. Estou na política há quase 40 anos e jamais tive meu nome envolvido em escândalos, isso dá credibilidade e confiança. Como ouvidor, a proposta principal será aproximar a Câmara da sociedade. Mostrar o trabalho que é realizado, permitir à comunidade que apresente sugestões e críticas. Essa idéia também é partilhada pelo atual presidente, o que me permite acreditar que brevemente a sociedade conhecerá com maior profundidade a importância do Legislativo.

O senhor é o presidente do Partido Progressista no Distrito Federal – PP-DF e, no último dia 02 de abril, foi reconduzido à Secretaria Geral. Quais são as metas do partido rumo a 2010?


O partido tem experimentado um crescimento extraordinário ao longo das últimas eleições. Atualmente, somos o terceiro partido do Brasil em número de prefeitos e vereadores. No Governo Federal, o partido integra a base do governo Lula e, aqui no DF, apoiamos o governo Arruda. Para 2010, a expectativa é aumentar a bancada na Câmara Legislativa, eleger deputados federais, aproximar ainda mais as propostas do partido da sociedade, e colocar em prática o programa defendido pelo PP, de desenvolvimento com justiça social.

por Anna Sales

Juventude Progressista realiza convenção nacional e elege novo diretório e executiva


A palavra de ordem do encontro foi protagonismo.


A Juventude Progressista realizou dia 1º de abril a maior Convenção Nacional da sua história, com 21 Estados que estiveram presentes no encontro para eleger o novo Diretório e a Executiva Nacional da JP para o biênio 2009-2011. O Phenícia Bittar Hotel em Brasília teve o privilégio de reunir o Presidente Nacional do PP, Senador Francisco Dornelles, o líder do PP na Câmara Deputado Federal Mário Negromonte e o secretário geral Deputado Benedito Domingos para enaltecer o evento dos jovens progressistas. O gaúcho Pedro Feiten foi aclamado Presidente Nacional da Juventude do Partido Progressista. De forma consensual, 21 estados brasileiros estiveram em Brasília e elegeram o 1º vice-presidente para a presidência do movimento. Pedro comanda a JP até abril de 2011. Feiten vinha ocupando a Presidência interina do movimento desde agosto de 2007, pelo fato do presidente estar licenciado do cargo. Depois de quase dois anos à frente da Juventude, agora Feiten alcança o posto máximo que um jovem pode exercer dentro da juventude do seu partido. Agora o jovem presidente tem pela frente a missão de conduzir os trabalhos dos jovens vinculados ao PP no Brasil. “Recebo a missão de organizar a Juventude do PP nos 6 estados que ainda não temos representação, além de fortalecer o nosso movimento com idéias de uma política de resultados, limpa e com gente séria”, declara Pedro Feiten. A presença de lideres como os deputados federais Neudo Campos (RR), Renato Molling (RS), Luis Carlos Heinze (RS), Vilson Covatti (RS), Ângela Amin (SC), Odacir Zonta (SC), deputado estadual Jerônimo Goergen (RS), presidente da Mulher Progressista Beth Tiscoski, presidente da Fundação Milton Campos Francisco Turra, tesoureiro nacional do PP Leodegar Tiscoski, secretário-executivo da Fundação Milton Campos Jaime Heineck e o 1° secretário do PP Aldo Rosa, entre as demais presenças expressivas na Convenção respaldaram o importante processo de sucessão na Juventude Progressista. Feiten conclui: “Temos o desafio das eleições de 2010, onde o PP se fará presente nos Estados com candidatos jovens, preparados e orientados para o exercício da boa política, tão necessária no Brasil de hoje.”


EXECUTIVA NACIONAL DA JUVENTUDE PROGRESSISTA


Alisson Domingos e Pablo Valente representam a JP-DF na executiva nacional

Presidente de Honra: Marcelo Oliveira.
Presidente Nacional: Pedro Feiten,
1º Vice-Presidente: Mário Negromonte Júnior,
2º Vice-Presidente: Alisson Domingos,
3º Vice-Presidente: Diogo Tichy,
Secretário-Geral: Alexandre Costa,
1º Secretário: Alexandre Teixeira,
2º Secretário: Marcel van Hattem,
Secretário-Executivo: Adriano Rotta,
Tesoureiro: Felipe Rosa,
1º Tesoureiro: Pablo Valente,
2º Tesoureiro: Lucas Ribeiro,
Procurador Jurídico: Márcio Ronconi,
Vice-Presidente Sul: Kleber Wolf,
Vice-Presidente Sudeste: Bruno Teté,
Vice-Presidente Centro Oeste: Sérgio de Jesus,
Vice-Presidente Nordeste: Gledson Oliveira de Souza,
Vice-Presidente Norte: Bruno França.


SUPLENTES:


Dayana Roberta Gomes,
Gilber Costa,
Patrick Miranda,Guilherme Ribeiro.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Por uma política PRA FAZER DIFERENTE!


Meus amigos e minhas amigas,

Iniciamos em 2009 um ano pré eleitoral, podemos dizer que no próximo ano teremos eleições.
Desde março de 2007 nós Juventude Pra Fazer Diferente temos nos mobilizado e trabalho muito para sermos protagonistas do processo eleitoral de 2010. Foram muitas lutas, e como qualquer luta, ganhamos e perdemos, sorrimos e choramos, vivemos bons e difíceis momentos.
O fato é que estamos mais maduros, fortes e experientes nesse processo. Ampliamos nossa força e hoje sem dúvida somos um significativo grupo político no DF principalmente no campo de juventude.
Ao chegar até aqui, percebo de forma ainda mais clara o significado da nossa caminhada política. Denominada “Pra Fazer Diferente”. Mas o que significa ser um político Pra fazer Diferente?
Muitos dos que estiveram, em ocasião semelhante, disputando um cargo público, o que viram nesta cidade? Veem grupos de interesse, veem teses, veem segmentos, veem setores, veem ativistas, veem cabos eleitorais, por fim veem massas. E, por verem tudo isso, não veem o fundamental.
É exatamente por isso que queremos um candidato Pra Fazer Diferente.
Pois não somos meros conceitos; somos a realidade. Sim, a Política é a expressão conceitual da realidade que queremos. Mas nós, somos reais. Gente de carne e osso, pessoas com legitimidade, indivíduos que, por isso mesmo, precisam ser ouvidos. Mas, para serem ouvidos, primeiro, tem de ser enxergados.
O ato falho de muitos políticos ao longo da história desse país tem sido exatamente este. Quase são forçados a conversar com o povo. Eles encaram isso como um sacrifício, quase como um castigo, como um alto preço a pagar, por mais insuportável que seja uma espécie de pedágio extorsivo para chegar ao poder.
Candidatos assim se sentem como numa via-crúcis durante a campanha. E essa via-crúcis é ouvir o cidadão, saber o seu nome, saber de onde ele veio, o que ele pensa, saber a sua história. Tudo como se fosse uma grande concessão, como se fosse um grande favor conhecer o povo que ele representa ou irá representar.
Fazendo campanha assim, depois de eleitos, lá eles se isolam. É preciso mudar a lógica da política. E essa mudança começa primeiro pelo modo como é escolhido cada líder político, pelo modo como eles entendem a política, pelo modo como se comportam, pelo modo como encaram a sua missão.
Porque um político que vê apenas números em vez de nomes, que vê apenas quóruns em vez de pessoas, que vê apenas teses em vez de realidade leva esse vício de origem para o exercício da vida pública.
No fundo, quem pensa assim se acha superior, se acha acima dos demais. E não o seu representante. Quem pensa assim acha que possui a missão de blindar o seu mandato daqueles que lhe conferiram o mesmo mandato.Claro, eles não dizem isso enquanto são candidatos. São simpáticos. Num incrível esforço, até sorriem e dão tapinhas nas costas. Mas, eleitos, sempre adotam a prática do distanciamento.
Se escolhermos, por exemplo, um deputado que tenha uma visão ultrapassada, não conseguiremos avançar. Se escolhermos um deputado elitista, continuará havendo o abismo na nossa sociedade. Não é um abismo entre burguesia e oprimidos, como tentam vender, mas um abismo muito mais grave e profundo: um abismo entre a cabeça e o coração, um abismo entre o corpo e a alma, um abismo entre a política e o povo, o coração e a alma deste país.
Se não mudarmos o tipo de políticos, não conseguiremos ter o tipo de país tanto sonhamos. E esse país precisa mudar, mudar para melhor. O que nos une em torno do projeto Pra Fazer Diferente é o sentimento de queremos o melhor para o nosso povo. E o que é melhor para o nosso povo? O melhor para o nosso povo é romper uma lógica que o coloca como mera moeda de troca de interesses politiqueiros e partidários.
Para muitos, ao eleger deputados estamos elegendo secretários, administradores, gerentes e diretores que através da votação conquistada na eleição e no fortalecimento de seu grupo ou partido se vendem e se trocam por cargos e empregos na estrutura governamental. Eu não concordo com essa distorção.
O melhor para o nosso povo não é uma questão de nomes, mas de procedimentos, de projeto político e ideológico.
O melhor para o nosso povo é buscar uma solução de fora para dentro, com a participação ativa dos trabalhadores, das mulheres, da juventude e de toda uma sociedade consciente e organizada. A solução que vem de dentro das cúpulas palacianas, das cúpulas de poder infelizmente, tem outro nome: atraso, falta de compostura, corrupção e outras coisas que já conhecemos. Isso é jogo de poder.
O melhor para o nosso povo é ter pão, trabalho e dignidade cumprindo seu papel de cidadãos. É trilhar novos caminhos, os caminhos da justiça social e da distribuição de renda. Em vez de recorrer aqueles que já não o levaram aonde poderia.
O melhor para o nosso povo é estar de pé. É recuperar o espaço perdido, aprovando leis que defendam a vida humana, a família e os valores cristãos.
O melhor para o nosso povo é usar o peso constitucional do voto e promover a cada eleição a alternância de poder, tirando os viciados e renovando a política nacional.
O melhor para o nosso povo é assegurar às mulheres maior espaço na sociedade. Se a organização política das mulheres é fundamental para a sociedade, é essencial a promoção de debates permanentes acerca de matérias sobre as questões femininas.
Durante a campanha, vamos discuti amplamente os compromissos que assumidos por nossos candidatos e nossa candidatura. E para que isso aconteça é importante que estejamos unidos, que possamos arregaçar as mangas, pois a nossa luta já começou.
Somos um grupo político mais antes de tudo um grupo de irmãos, de amigos que sonham com uma política melhor para o nosso povo. Ser amigo de cada um não é questão de mera simpatia, como muitos imaginam. É uma questão de afinidade, é o primeiro passo para entender e viver o nosso papel.
Essa distância entre os políticos e o povo, quando ele chega ao poder, só tende a aumentar. E isso tem prejudicado nosso país desde Cabral. Acredito sinceramente que esse isolamento é uma das causas principais dos muitos problemas que nossa sociedade enfrenta a tantos anos. Esses problemas são o resultado de tantos anos de isolamento, que não começou agora, é verdade, mas que tem de terminar agora.
Quebrar o isolamento do representante em relação ao representado é o primeiro passo para rompermos o isolamento entre os atos dos políticos e a vontade do povo.
O Estado tem de estar acima de todos, mas não o político.O deputado precisa ser um igual. Um igual com grandes responsabilidades; um igual com preparo e discernimento; um igual com atribuições complexas, difíceis, mas um igual. Sempre um igual. Nada além de um igual.
O deputado é do povo, mas o povo não é do seu deputado, nem do partido do seu deputado, nem da cúpula que cerca o partido dele. O poder emana do povo e para o povo. O mandatário é o intérprete de sua vontade soberana.
Igualdade não significa alinhar por baixo, rebaixar os políticos, como muitos pensam. Igualdade significa entender diferentes pontos fortes, e que precisam ser levados em conta.
Estamos vivendo novos tempos, e não adianta apenas pensarmos diferente. Temos que fazer diferente. E para termos um deputado alinhado com uma nova forma de pensar e de agir, temos de mudar a lógica que, infelizmente, vem guiando as nossas escolhas nos últimos pleitos.
Quero apenas lembrar que, dentro de 2 anos, haverão pessoas sentadas nas mais diversas cadeiras de poder . Pessoas, que terão importância decisiva na vida de cada um de nós, pessoas que poderão dar andamento às justas reivindicações de cada um, pessoas que poderão lutar pela melhoria direta e concreta da nossa qualidade de vida, ou poderemos ter os mesmos perfis de sempre.
Meus amigos e minhas amigas, teremos em 2010 muitos candidatos, mas os nossos caminhos serão apenas 2. O que é melhor? Um deputado que nos olhará de cima quando o encontrarmos ou um deputado que nos olhará nos olhos? O que é melhor? Transformar seu mandato e gabinete no diretório de um partido ou no espaço democrático aberto ao povo? O que é melhor? Romper o isolamento ou continuarmos isolados da realidade?A opção é muito clara: mudar ou continuar.
Vamos pensar muito: se queremos continuar sendo apenas marionetes ou sermos verdadeiros cidadãos brasileiros.
Sejam bem-vindos aqueles que quiserem ser atores dessa mudança, em vez de meros espectadores da situação atual.
Agradeço a todos que nos acompanham nesta jornada.

Só tenho a dizer que esse sonho pertence a todos os que querem o melhor para o povo através de uma política PRA FAZER DIFERENTE.
Muito obrigado por tudo!